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Porque é que a investigação clínica é importante?

Investigação clínica

Escreve as palavras “óleos essenciais” na função de pesquisa de uma base de dados de investigação científica e recebes páginas intermináveis de conteúdo. Só nas últimas duas décadas, mais de 10.000 estudos que avaliam os óleos essenciais e os seus componentes foram publicados em revistas científicas revistas por pares. Na história da ciência moderna, menos de 300 estudos clínicos humanos que avaliam os efeitos dos óleos essenciais no organismo humano, num ambiente real, encontraram o seu caminho para revistas científicas. E quase todos esses ensaios clínicos publicados foram realizados num ambiente académico, por entidades sem qualquer ligação à indústria dos óleos essenciais. A falta de investigação clínica é uma das principais razões pelas quais o uso de óleos essenciais tem desempenhado um papel marginal aos olhos da comunidade de saúde durante muitos anos. Como o único nome na ciência dos óleos essenciais, a doTERRA está a mudar isso por conta própria.

O que é a investigação clínica?

Segundo os National Institutes of Health (NIH), a investigação clínica é investigação científica que envolve pessoas vivas. Ao contrário da investigação experimental, o único objetivo da investigação clínica é determinar se um tratamento ou comportamento específico é um meio seguro e eficaz de provocar uma mudança saudável nos seres humanos. Os participantes na investigação clínica humana são expostos a novas substâncias (produtos de cuidado pessoal, suplementos nutricionais, óleos essenciais, medicamentos), novos processos de tratamento ou métodos de aplicação, ou mudanças de comportamento para ajudar os investigadores a recolher dados que permitam tirar conclusões sobre qual é a forma mais segura e eficaz de promover um resultado específico.

Porque é que a investigação clínica é importante?

A investigação clínica é importante porque é diretamente relevante para ti. A investigação realizada num ambiente laboratorial em organismos não vivos (in vitro), simulada num computador (in silico), em animais (que a doTERRA não realiza nem apoia), ou em células humanas isoladas (in vivo) dá informações sobre o que pode acontecer quando um ser humano é exposto a uma nova substância ou tratamento. Mas os resultados não são tão poderosos ou generalizáveis como a investigação clínica porque uma solução de agar numa placa de Petri é muito diferente de um ser humano no seu ambiente natural. Na medicina, toda nova substância farmacêutica ou tratamento começa com investigação clínica e deve cumprir limiares aceites de segurança e eficácia para ser usada nos EUA pela Food and Drug Administration (FDA) americana. Os cuidados pessoais, suplementos nutricionais e medicina complementar são um pouco diferentes; porque o risco associado ao uso destes produtos é geralmente mínimo, a investigação clínica não é obrigatória. E o que não é necessário, raramente é feito. Os estudos clínicos são extremamente complexos, demorados e dispendiosos, e os resultados podem não ser o que os investigadores esperam ou querem. Devido a este alto risco e custo elevado, a investigação clínica é rara no campo dos óleos essenciais, suplementos nutricionais e cuidado pessoal. Os resultados da investigação experimental são muitas vezes tudo com que temos de trabalhar em relação à segurança e eficácia destes produtos, mas não na doTERRA.

Investigação clínica na doTERRA

Visita o campus da doTERRA em qualquer altura do ano e provavelmente verás vários estudos clínicos a decorrer. A doTERRA tem toda uma equipa de cientistas dedicados à investigação e um departamento específico focado exclusivamente em estudos clínicos. Estudos anteriores já foram publicados e os cientistas da doTERRA realizaram sete estudos clínicos nos últimos meses sobre óleos individuais, novas misturas e suplementos nutricionais. Os resultados de vários desses estudos clínicos resultarão em publicações científicas. A doTERRA já não depende de investigação experimental de entidades externas. A doTERRA está a revolucionar a ciência dos óleos essenciais, cuidado pessoal e suplementos nutricionais, demonstrando a segurança e eficácia dos seus produtos através de investigação clínica interna. Podes ter a certeza de que os seus produtos são os mais testados e de confiança na indústria.

Fontes confiáveis para investigação sobre óleos essenciais

Desde 1950, foram publicados mais de 120.000 artigos de investigação científica sobre óleos essenciais e os seus componentes químicos. Mas só recentemente os cientistas reconheceram as potenciais aplicações dos óleos essenciais na área da saúde. As últimas duas décadas foram, portanto, marcadas por uma explosão na investigação sobre óleos essenciais. Três quartos de todos os estudos alguma vez publicados sobre óleos essenciais foram publicados após o ano 2000.

Apesar desta explosão de investigação científica, os óleos essenciais ainda não foram integrados nos cuidados de saúde clínicos. Isto deve-se em parte ao facto de muita da investigação ser promissora, mas ainda experimental, e os óleos essenciais serem considerados soluções alternativas e complementares. Além disso, a indústria dos óleos essenciais é limitada na forma como explica os benefícios dos óleos essenciais, uma vez que estes não estão registados como medicamentos.

Devido a estas limitações, muitos utilizadores de óleos essenciais e profissionais de saúde têm demonstrado um interesse crescente em fazer investigação pessoal para os ajudar a compreender as propriedades dos óleos essenciais.† Infelizmente, existem muitas fontes na internet que contêm informações que são enganosas ou incorretas, ou, na melhor das hipóteses, pouco sustentadas por descobertas científicas. Na doTERRA, encorajamos o uso da investigação científica para validar o uso adequado dos óleos essenciais. Compilámos uma lista de fontes confiáveis que podes usar para te informares sobre a atividade biológica dos óleos essenciais.††

PubMed

PubMed é uma ferramenta de pesquisa gratuita que podes usar para pesquisar a base de dados MEDLINE, uma enorme compilação de investigação mantida pela US National Library of Medicine (NLM) e pelo National Institute of Health (NIH). PubMed é a biblioteca por excelência para a maioria dos médicos e cientistas que procuram investigação sobre qualquer tópico na área da saúde. Duas desvantagens do uso do PubMed são que alguns artigos de investigação não estão incluídos na base de dados MEDLINE, e muitas vezes a pesquisa de investigação sobre óleos essenciais pode ser confundida por estudos não relacionados. Muitos dos estudos nesta base de dados só são acessíveis com uma assinatura paga junto da editora.

Google Scholar

O Google Scholar também é uma ferramenta de pesquisa gratuita, e podes usá-la para encontrar qualquer artigo de investigação na internet. Muitos dos estudos que aparecem numa pesquisa do Google Scholar só são acessíveis com uma assinatura paga junto da editora. Tal como o PubMed, uma possível desvantagem é a confusão dos teus resultados com artigos não relevantes para a tua pesquisa.

AromaticScience

AromaticScience é uma base de dados gratuita especificamente dedicada a publicações sobre investigação de óleos essenciais. A biblioteca inclui uma função de pesquisa, resumos de artigos e links para o texto completo. Muitas vezes o texto completo só é acessível com uma assinatura paga junto da editora. Investigação recentemente publicada sobre óleos essenciais é adicionada diariamente ao AromaticScience.†††

† A informação proveniente de investigação experimental nunca deve ser usada em substituição ou em contradição com as instruções do teu prestador de cuidados de saúde.

†† Estas fontes são destinadas a uso pessoal e não devem ser usadas para promover ou vender produtos doTERRA.

††† AromaticScience está afiliada à doTERRA, mas não se destina a promover nenhuma marca específica de óleos essenciais.